«Sinto-me sem força sem vida,
sem ar, sem razão
eu esforço-me cada dia,
procuro motivação.
Começo com um sorriso,
mas escondo-me da multidão,
procuro o silêncio,
é tanto na solidão.
Aonde vivo, ando preso,
acordo e adormeço?
Não digo o que penso
eterno o meu segredo.
Iludido mas sem medo,
prefiro não acordar,
do que viver sem ti.
É como o vento,
ser como neste passatempo,
eu não quero aceitar,
não quero confrontar.»
